Carta Mensal Long Short – Junho

Prezado investidor,

Nós da Grau Gestão temos mantido como cenário base um crescimento econômico global bastante deprimido por um período prolongado de tempo. Não esperamos retomada significativa de atividade econômica em 2013 tanto na economia mundial quanto na brasileira. Esse cenário também é válido para o ano de 2014.

Como temos apresentado em nossos comunicados para os investidores, a necessidade de redução do estoque de dívida global por meio de aumento de poupança (pública e privada) e de aumento de capital no sistema bancário das principais economias do mundo serão elementos importantes mantendo a demanda agregada global deprimida por um longo período de tempo.

Os dados do mês de Maio reforçam que nosso cenário básico se mantem válido. O importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index) apresentou queda em Maio, atingindo o nível mais baixo dos últimos cinco meses. ‘Novos pedidos’, um importante componente do PMI, também apresentou desaceleração em Maio. Dado que ao longo dos últimos meses o indicador PMI mostrou uma nova rodada de acúmulo de estoques, a queda da relação entre ‘Novos Pedidos’ x ‘Estoques’ é um indicador antecedente que o nível de atividade global no 2º trimestre será inferior ao 1º trimestre.

Destaque de desaceleração do PMI global foi a Ásia Emergente e o Brasil. Os EUA que vinham mostrando um início de ano mais favorável também mostrou queda acentuada em Maio atingindo o nível mais fraco desde 2009.

À luz da moderação de atividade econômica e queda nos preços de commodities, a pressão inflacionária global, incluindo Brasil, tem apresentado uma tendência de arrefecimento no curto prazo.

Nosso cenário de investimentos permanece inalterado. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pôde ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. Os dados recentes mais fracos reforçam que a partir do segundo trimestre de 2013 a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global que segue fraca.

Diferentemente do consenso de mercado, não acreditamos que o pior da crise global já passou ou que a economia mundial iniciará ao longo deste ano um ciclo de recuperação liderada pelos EUA. A grande diferença entre cenário da Grau Gestão e a percepção mais otimista do mercado nos deixa bastante confiantes de que haverá boas oportunidades de investimentos ao longo deste ano. O ano de 2013 será um período de grande instabilidade, mas nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse ambiente adverso e desafiador.

No mês de Maio o fundo Grau Long Short rendeu 0,58%. As principais contribuições positivas vieram de posições de ações no mercado norte-americano. Posições long e short e venda de ações no mercado local se destacaram do lado negativo.

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal Savana – Junho

Prezado investidor,

Nós da Grau Gestão temos mantido como cenário base um crescimento econômico global bastante deprimido por um período prolongado de tempo. Não esperamos retomada significativa de atividade econômica em 2013 tanto na economia mundial quanto na brasileira. Esse cenário também é válido para o ano de 2014.

Como temos apresentado em nossos comunicados para os investidores, a necessidade de redução do estoque de dívida global por meio de aumento de poupança (pública e privada) e de aumento de capital no sistema bancário das principais economias do mundo serão elementos importantes mantendo a demanda agregada global deprimida por um longo período de tempo.

Os dados do mês de Maio reforçam que nosso cenário básico se mantem válido. O importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index) apresentou queda em Maio, atingindo o nível mais baixo dos últimos cinco meses. ‘Novos pedidos’, um importante componente do PMI, também apresentou desaceleração em Maio. Dado que ao longo dos últimos meses o indicador PMI mostrou uma nova rodada de acúmulo de estoques, a queda da relação entre ‘Novos Pedidos’ x ‘Estoques’ é um indicador antecedente que o nível de atividade global no 2º trimestre será inferior ao 1º trimestre.

Destaque de desaceleração do PMI global foi a Ásia Emergente e o Brasil. Os EUA que vinham mostrando um início de ano mais favorável também mostrou queda acentuada em Maio atingindo o nível mais fraco desde 2009.

À luz da moderação de atividade econômica e queda nos preços de commodities, a pressão inflacionária global, incluindo Brasil, tem apresentado uma tendência de arrefecimento no curto prazo.

Nosso cenário de investimentos permanece inalterado. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pôde ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. Os dados recentes mais fracos reforçam que a partir do segundo trimestre de 2013 a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global que segue fraca.

Diferentemente do consenso de mercado, não acreditamos que o pior da crise global já passou ou que a economia mundial iniciará ao longo deste ano um ciclo de recuperação liderada pelos EUA. A grande diferença entre cenário da Grau Gestão e a percepção mais otimista do mercado nos deixa bastante confiantes de que haverá boas oportunidades de investimentos ao longo deste ano. O ano de 2013 será um período de grande instabilidade, mas nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse ambiente adverso e desafiador.

No mês de Maio o fundo Grau Savana Institucional rendeu 0,37%. As principais contribuições positivas vieram de posições em crédito privado. Posições remanescentes em títulos atrelados à inflação foram destaques do lado negativo.

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal – Junho

Prezado investidor,        

Nós da Grau Gestão temos mantido como cenário base um crescimento econômico global bastante deprimido por um período prolongado de tempo. Não esperamos retomada significativa de atividade econômica em 2013 tanto na economia mundial quanto na brasileira. Esse cenário também é válido para o ano de 2014.

Como temos apresentado em nossos comunicados para os investidores, a necessidade de redução do estoque de dívida global por meio de aumento de poupança (pública e privada) e de aumento de capital no sistema bancário das principais economias do mundo serão elementos importantes mantendo a demanda agregada global deprimida por um longo período de tempo.

Os dados do mês de Maio reforçam que nosso cenário básico se mantem válido. O importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index) apresentou queda em Maio, atingindo o nível mais baixo dos últimos cinco meses. ‘Novos pedidos’, um importante componente do PMI, também apresentou desaceleração em Maio. Dado que ao longo dos últimos meses o indicador PMI mostrou uma nova rodada de acúmulo de estoques, a queda da relação entre ‘Novos Pedidos’ x ‘Estoques’ é um indicador antecedente que o nível de atividade global no 2º trimestre será inferior ao 1º trimestre.

Destaque de desaceleração do PMI global foi a Ásia Emergente e o Brasil. Os EUA que vinham mostrando um início de ano mais favorável também mostrou queda acentuada em Maio atingindo o nível mais fraco desde 2009.

À luz da moderação de atividade econômica e queda nos preços de commodities, a pressão inflacionária global, incluindo Brasil, tem apresentado uma tendência de arrefecimento no curto prazo.

Nosso cenário de investimentos permanece inalterado. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pôde ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. Os dados recentes mais fracos reforçam que a partir do segundo trimestre de 2013 a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global que segue fraca.

Nossas estratégias de investimento não apresentaram mudança significativa em Maio, com exceção de uma nova estratégia macro comprada em dólar contra real.

No mercado de renda fixa temos mantido uma carteira com prazo médio reduzido. Dado o nosso cenário de política monetária (aumento da taxa SELIC em 2% para 9,25% até Outubro deste ano) não vemos prêmio suficiente no momento para alongar o prazo médio das carteiras. A aceleração do passo de aperto monetário pelo Banco Central em sua última reunião do COPOM reforça que estamos perseguindo uma estratégia correta de investimentos. No mercado offshore, mantemos parte da alocação em títulos corporativos brasileiros em função das taxas atrativas de remuneração e do cenário de ampla liquidez global, porém estamos gradualmente reduzindo as posições onde os yields estão menos atrativos.

No mercado de renda variável mantemos posições vendidas em ações do setor siderúrgico, bancos e consumo com base em nossa visão de que o crescimento econômico e lucros corporativos serão inferiores as atuais expectativas de mercado. Nas carteiras off shore, temos mantido as posições vendidas em bancos e ações francesas (MSCI França). Dada a correção de preços das últimas semanas, estamos reduzindo parcialmente as posições short e trabalhando ativamente posições de hedge para proteger as carteiras. Operações long and short continuam a ser extensivamente utilizadas em nossas carteiras com o objetivo de melhorar a relação risco x retorno das mesmas.

No mercado de câmbio, voltamos a nos posicionar mais ativamente em posições compradas em USD/BRL tendo como preço alvo de 2,20. A crescente divergência entre os fundamentos econômicos dos EUA e Brasil, principalmente com relação à evolução das contas externas, indica que a relação risco x retorno de posições compradas em dólar é favorável apesar do custo de carregamento das mesmas.

No mês de Maio, duas posições penalizaram fortemente nossas carteiras de investimentos: posição vendida em Embraer e posição comprada no par Long Short CSN/Usiminas. Os fundamentos macro e microeconômicos de ambas as posições seguem bastante favoráveis o que nos leva a mantê-las em nossas carteiras.

Diferentemente do consenso de mercado, não acreditamos que o pior da crise global já passou ou que a economia mundial iniciará ao longo deste ano um ciclo de recuperação liderada pelos EUA. A grande diferença entre cenário da Grau Gestão e a percepção mais otimista do mercado nos deixa bastante confiantes de que haverá boas oportunidades de investimentos ao longo deste ano. O ano de 2013 será um período de grande instabilidade, mas nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse ambiente adverso e desafiador.

A Equipe Grau Gestão

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Debate de cenário macroeconômico

Debate de cenário macroeconômico

1. Atividade

Indicadores de atividade econômica mostram que o crescimento global continua a perder força em relação ao início do ano. O destaque de moderação continua sendo os países emergentes (Brasil e Ásia Emergente). Nos EUA, a geração de emprego em maio (payroll) foi 175 mil, em linha com as expectativas de mercado, porém o indicador de emprego do indicador ISM serviços mostrou fraqueza, reforçando que a geração de emprego deverá perder fôlego nos próximos meses. A forte queda do indicador PMI industrial em maio e a fraqueza percebido no relatório bege do Fed (Beige Book) também reforçam que os EUA deverão mostrar moderação de crescimento a partir do 2º trimestre. A melhora dos PMIs de Europa, incluindo do importante componente ‘novos pedidos’, não é suficiente para reverter o quadro recessivo em que a região se encontra. Além disso, a recente alta do EUR/USD é um fator adicional que deverá deprimir o nível de atividade na região. A China continua a surpreender negativamente. Dados de exportações e novos empréstimos para o mês de Maio reforçam que o país segue em um processo de pouso suave, apresentando taxas de crescimento mais modestas (em linha com um PIB de 7% a.a), porém mais sustentáveis no longo prazo. No Brasil, as vendas e produção de automóveis no mês de maio foram bastante robustas, porém a fraqueza do PMI Industrial para o mesmo mês indica que o bom desempenho do setor automobilístico não deve ser generalizado para o resto da economia brasileira. Os dados de vendas do varejo que serão divulgados nesta semana (5ªf) serão importantes para consolidar um cenário de crescimento econômico mais baixo no Brasil.

2. Inflação

Os indicadores de mercado e pesquisas com consumidores continuam apontando para um gradual processo de arrefecimento das pressões inflacionárias globais. Nos EUA, a inflação implícita nos títulos públicos de longo prazo apresentou forte queda atingindo 2,5%. A alta do dólar tem contribuído para a queda do risco inflacionário no curto prazo. No Brasil o IPCA de Maio apresentou alta de 0,37% m/m, mantendo a variação interanual estável em 6,5%. Os núcleos mostraram variação próxima a 0,5% m/m. A inflação no Brasil apresenta sinais de estabilização, porém em níveis elevados, o que demandará medidas adicionais de aperto monetário pelo BC.

3. Políticas Fiscal e Monetária

A percepção de que novas rodadas de afrouxamento monetário pelos principais BCs do mundo serão cada vez mais incomuns tem levado a uma importante reprecificação do mercado de renda fixa global. O excesso de liquidez injetada no sistema financeiro global ao longo dos últimos 5 anos levou a grandes distorções de preços de ativos financeiros (tanto de renda variável quanto renda fixa). Portanto é de se esperar que o processo de saída gradual destas políticas gere um incremento na volatilidade dos mercados financeiros. No lado fiscal, a agência S&P alterou a perspectiva de rating para os EUA (de negativo para neutro) e Brasil (de neutro para negativo). A divergente dinâmica de crescimento entre os dois países explicam grande parte da decisão do S&P.

4. Mercados

- Liquidez: a crescente expectativa de redução do afrouxamento quantitativo nos EUA tem impactado fortemente o mercado de renda fixa global, tornando as condições de liquidez menos favoráveis. Dividas soberana e corporativa estão sendo impactadas pelo movimento de alta de juros no mercado de títulos americanos. - Commodities: menor crescimento da China e outros emergentes, além da crescente expectativa de redução da liquidez global continuam a penalizar o mercado de commodities. O minério de ferro voltou a apresentar queda, situando-se em $111/ton.

5. Calendário
Os principais destaques da semana são:   - Brasil: 5ªf f Vendas do Varejo; 6ºf Indicador de PIB do BC.   - EUA: 5ªf Vendas do Varejo; 6ºf contas externas, produção industrial e confiança dos consumidores.

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Debate de cenário macroeconômico

Debate de cenário macroeconômico

1. Atividade

Diferentemente do consenso de mercado, em nosso cenário básico acreditamos que a economia mundial entrará em um processo de desaceleração a partir do 2º trimestre. Até o momento os indicadores econômicos globais têm corroborado com nosso cenário menos otimista. Na Europa, os indicadores PMI de confiança do setor manufatureiro (considerado um dos melhores indicadores antecedentes disponíveis) divulgados na semana passada se mantem em nível recessivo, reforçando que o PIB da região deverá apresentar contração novamente neste 2º tri. As economias emergentes também mostram sinais de fragilidade econômica. O indicador PMI industrial na China mostrou voltou a se situar abaixo do nível neutro (50), caindo de 50,4 em Abril para 49,6 na primeira estimativa de Maio. No Brasil, o relatório de crédito mostrou uma expansão muito fraca da carteira de crédito dos bancos privados, reforçando que as condições de demanda – principalmente investimentos – ainda não mostram sinais de retomada. Dados mais positivos têm sido vistos nos EUA, porém limitados ao mercado imobiliário e consumo. Os indicadores com maior capacidade de antecipar o nível de atividade econômica futura (indicadores antecedentes) como PMI e pedidos de bens duráveis divulgados na última semana ainda mostram sinais de fraqueza. Acreditamos que a fraqueza da economia global e a necessidade de ajuste fiscal serão fatores que contribuirão negativamente para o crescimento da economia global ao longo do 2º semestre.

2. Inflação

Dados de inflação mostram sinais de estabilização, em linha com os sinais de arrefecimento de atividade econômica global. Nos EUA a inflação corrente e indicadores de expectativas de inflação seguem contidos. Nos Brasil, a inflação implícita em títulos públicos também mostra sinais de estabilidade, refletindo não só o arrefecimento dos preços das commodities como também a postura mais dura do BC que iniciou este ano um ciclo de aperto monetário.

3. Políticas Fiscal e Monetária

O cenário de juros dos BC dos EUA (Fed) continua sendo o principal determinante de preços de ativos financeiros globais. O presidente do Fed, Bernanke, em discurso ao senado reforçou que a política monetária permanece intacta. Isto é, a redução do afrouxamento quantitativo (QE) só ocorrerá quando a economia mostrar sinais claros de recuperação. Dado que tal recuperação não é esperada no curto prazo, as compras de títulos pelo Fed deverão se manter ao longo dos próximos meses. Ainda é bastante divergente o cenário de juros nos EUA. Enquanto o CS acredita que a redução do QE deverá ocorrer já em Setembro, o JP Morgan acredita que isto só deverá ocorrer no início de 2014. Como a Grau acredita que a atividade econômica nos EUA deverá perder fôlego nos próximos meses, acreditamos que o QE continua ao longo deste ano. Na China, os dados econômicos têm mostrado sinais de moderação, porém o governo não tem dado nenhum sinal de novos pacotes de estímulos no curto prazo. Isto reforça que a taxa de crescimento na China está gradualmente convergindo para patamares mais baixos. No Brasil, o COPOM tomará a decisão de política monetária nesta semana. Dado i) o maior otimismo do mercado com relação a recuperação da economia mundial; ii) o nível elevado da inflação corrente e iii) a sinalização recente em discurso do presidente do BC, Tombini, acreditamos que a taxa de juros será elevada em 0,5%.

4. Mercados

- Liquidez: condições de liquidez no mercado global seguem bastante favoráveis. As políticas monetárias frouxas nos EUA, Europa e Japão tem mantido as condições de liquidez no mercado de crédito muito boas. Credito High Yield e dívida soberana, incluindo européia, tem apresentado um bom desempenho apesar do movimento recente de alta de taxa de juros no mundo. - Renda Variável: As empresas do S&P500 divulgaram os resultados do 2º trimestre e estes se confirmaram bastante fracos: faturamento -1% a.a; lucro +2% a.a. Esperamos uma queda dos resultados no próximo tri. - Commodities: As commodities seguem em processo de queda de preços, em linha com o cenário de desaceleração econômica e expectativa de menor estímulo monetário futuro.

5. Calendário

Os principais destaques da semana são:

- Brasil: 4ªf PIB do 1º tri e reunião do COPOM; 6ªf relatório fiscal

- EUA: 6ªf dados de renda, consumo e inflação; indicadores Chicago PMI e Confiança Michigan

- Europa: 6ªf dados de emprego e inflação

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Carta Mensal Savana – Maio

Prezado investidor,

Os indicadores econômicos ao longo do mês de Abril reforçaram que a economia global perdeu força no início deste 2º trimestre. Com base no importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index), além de evidencias de enfraquecimento adicional no mês de Abril, notamos também que a desaceleração foi bastante disseminada entre as diversas regiões do mundo.

Os EUA que vinham apresentando um bom ritmo de crescimento no início do ano mostrou forte queda do indicador PMI Industrial, atingindo o nível de expansão mais fraco dos últimos seis meses. A Europa - incluindo Alemanha- foi outra região com indicadores de atividade bastante decepcionantes, tornando agora bastante provável que o PIB apresente contração neste segundo trimestre. A forte dependência do crescimento Europeu nas exportações para o resto do mundo reforça a fragilidade da região para enfrentar a rodada de desaceleração global que esperamos para os próximos meses. Os países emergentes também tem mantido uma dinâmica menos favorável. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram níveis de PMIspróximos à estagnação em Abril. Isso reforça nossa visão de que o PIB brasileiro deverá mostrar nesse ano uma expansão abaixo das atuais expectativas de mercado (projetamos uma expansão entre 1% e 2%). Os países emergentes asiáticos que vinham apresentando bastante resiliência neste ano começaram a mostrar sinais mais acentuados de desaceleração em Abril, e a crescente competição dos produtos japoneses - após recente depreciação do iene - tornam as perspectivas para a região desfavoráveis para os próximos meses.

O cenário de crescimento econômico mais fraco tem tido o impacto esperado na dinâmica de inflação. Moderação de atividade e queda de preços de commodities tem tornado o balanço de riscos para a inflação mais favorável, como pode ser notado não apenas nos indicadores de inflação corrente como também nas diversas medidas de expectativas de inflação no Brasil e no mundo.

O mix de enfraquecimento de atividade e inflação em baixa teve grande impacto nas perspectivas de política monetária ao longo do mês de Abril. No último mês vimos os bancos centrais do Japão e Europa anunciando novas medidas de afrouxamento monetário, enquanto que nos EUA a expectativa de uma eventual redução do estímulo monetário no 2º semestre perdeu força entre os analistas de mercado. Tal reversão nas expectativas de liquidez teve grande impacto (positivo) nos preços dos ativos financeiros, contrabalanceando o impacto (negativo) da deterioração das expectativas de crescimento e, consequentemente, de lucros corporativos.

A evolução do ambiente macroeconômico se mantem consistente com o cenário principal da Grau Gestão. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pode ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. A partir do segundo trimestre a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global, que segue fraca em função da necessidade de ajustes dos balanços dos governos (redução de gastos públicos), dos balanços dos bancos (aumento de capital), e do balanço das famílias (queda da renda) ao longo dos próximos anos.

Acreditamos que a evolução do cenário macroeconômico levará a uma importante reprecificação de ativos financeiros nos próximos meses. Nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse cenário adverso e desafiador.

No mês de Abril o fundo Grau Savana apresentou uma rentabilidade de 0,50%. As principais contribuições positivas vieram de ativos de crédito.

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal Macro – Maio

Prezado investidor,

Os indicadores econômicos ao longo do mês de Abril reforçaram que a economia global perdeu força no início deste 2º trimestre. Com base no importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index), além de evidencias de enfraquecimento adicional no mês de Abril, notamos também que a desaceleração foi bastante disseminada entre as diversas regiões do mundo.

Os EUA que vinham apresentando um bom ritmo de crescimento no início do ano mostrou forte queda do indicador PMI Industrial, atingindo o nível de expansão mais fraco dos últimos seis meses. A Europa - incluindo Alemanha- foi outra região com indicadores de atividade bastante decepcionantes, tornando agora bastante provável que o PIB apresente contração neste segundo trimestre. A forte dependência do crescimento Europeu nas exportações para o resto do mundo reforça a fragilidade da região para enfrentar a rodada de desaceleração global que esperamos para os próximos meses. Os países emergentes também tem mantido uma dinâmica menos favorável. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram níveis de PMIspróximos à estagnação em Abril. Isso reforça nossa visão de que o PIB brasileiro deverá mostrar nesse ano uma expansão abaixo das atuais expectativas de mercado (projetamos uma expansão entre 1% e 2%). Os países emergentes asiáticos que vinham apresentando bastante resiliência neste ano começaram a mostrar sinais mais acentuados de desaceleração em Abril, e a crescente competição dos produtos japoneses - após recente depreciação do iene - tornam as perspectivas para a região desfavoráveis para os próximos meses.

O cenário de crescimento econômico mais fraco tem tido o impacto esperado na dinâmica de inflação. Moderação de atividade e queda de preços de commodities tem tornado o balanço de riscos para a inflação mais favorável, como pode ser notado não apenas nos indicadores de inflação corrente como também nas diversas medidas de expectativas de inflação no Brasil e no mundo.

O mix de enfraquecimento de atividade e inflação em baixa teve grande impacto nas perspectivas de política monetária ao longo do mês de Abril. No último mês vimos os bancos centrais do Japão e Europa anunciando novas medidas de afrouxamento monetário, enquanto que nos EUA a expectativa de uma eventual redução do estímulo monetário no 2º semestre perdeu força entre os analistas de mercado. Tal reversão nas expectativas de liquidez teve grande impacto (positivo) nos preços dos ativos financeiros, contrabalanceando o impacto (negativo) da deterioração das expectativas de crescimento e, consequentemente, de lucros corporativos.

A evolução do ambiente macroeconômico se mantem consistente com o cenário principal da Grau Gestão. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pode ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. A partir do segundo trimestre a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global, que segue fraca em função da necessidade de ajustes dos balanços dos governos (redução de gastos públicos), dos balanços dos bancos (aumento de capital), e do balanço das famílias (queda da renda) ao longo dos próximos anos.

Acreditamos que a evolução do cenário macroeconômico levará a uma importante reprecificação de ativos financeiros nos próximos meses. Nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse cenário adverso e desafiador.

No mês de Abril o fundo Grau Macro apresentou uma rentabilidade de 1,19%. As principais contribuições positivas vieram de posições direcionais no mercado de ações (comprado em Petrobras e Vale; vendido em Embraer e Usiminas) e posições long and short (CSN/Usiminas).

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal Long and Short – Maio

Prezado investidor,

Os indicadores econômicos ao longo do mês de Abril reforçaram que a economia global perdeu força no início deste 2º trimestre. Com base no importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index), além de evidencias de enfraquecimento adicional no mês de Abril, notamos também que a desaceleração foi bastante disseminada entre as diversas regiões do mundo.

Os EUA que vinham apresentando um bom ritmo de crescimento no início do ano mostrou forte queda do indicador PMI Industrial, atingindo o nível de expansão mais fraco dos últimos seis meses. A Europa - incluindo Alemanha- foi outra região com indicadores de atividade bastante decepcionantes, tornando agora bastante provável que o PIB apresente contração neste segundo trimestre. A forte dependência do crescimento Europeu nas exportações para o resto do mundo reforça a fragilidade da região para enfrentar a rodada de desaceleração global que esperamos para os próximos meses. Os países emergentes também tem mantido uma dinâmica menos favorável. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram níveis de PMIspróximos à estagnação em Abril. Isso reforça nossa visão de que o PIB brasileiro deverá mostrar nesse ano uma expansão abaixo das atuais expectativas de mercado (projetamos uma expansão entre 1% e 2%). Os países emergentes asiáticos que vinham apresentando bastante resiliência neste ano começaram a mostrar sinais mais acentuados de desaceleração em Abril, e a crescente competição dos produtos japoneses - após recente depreciação do iene - tornam as perspectivas para a região desfavoráveis para os próximos meses.

O cenário de crescimento econômico mais fraco tem tido o impacto esperado na dinâmica de inflação. Moderação de atividade e queda de preços de commodities tem tornado o balanço de riscos para a inflação mais favorável, como pode ser notado não apenas nos indicadores de inflação corrente como também nas diversas medidas de expectativas de inflação no Brasil e no mundo.

O mix de enfraquecimento de atividade e inflação em baixa teve grande impacto nas perspectivas de política monetária ao longo do mês de Abril. No último mês vimos os bancos centrais do Japão e Europa anunciando novas medidas de afrouxamento monetário, enquanto que nos EUA a expectativa de uma eventual redução do estímulo monetário no 2º semestre perdeu força entre os analistas de mercado. Tal reversão nas expectativas de liquidez teve grande impacto (positivo) nos preços dos ativos financeiros, contrabalanceando o impacto (negativo) da deterioração das expectativas de crescimento e, consequentemente, de lucros corporativos.

A evolução do ambiente macroeconômico se mantem consistente com o cenário principal da Grau Gestão. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pode ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. A partir do segundo trimestre a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global, que segue fraca em função da necessidade de ajustes dos balanços dos governos (redução de gastos públicos), dos balanços dos bancos (aumento de capital), e do balanço das famílias (queda da renda) ao longo dos próximos anos. Acreditamos que a evolução do cenário macroeconômico levará a uma importante reprecificação de ativos financeiros nos próximos meses. Nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse cenário adverso e desafiador.

No mês de Abril o fundo Grau Long Short apresentou uma rentabilidade de 2,95%. As principais contribuições positivas vieram de posições direcionais no mercado de ações (comprado em Petrobras e Vale; vendido em Embraer, Bradesco e Usiminas) e posições long and short (CSN/Usiminas).

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal África – Maio

Prezado investidor,  

Os indicadores econômicos ao longo do mês de Abril reforçaram que a economia global perdeu força no início deste 2º trimestre. Com base no importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index), além de evidencias de enfraquecimento adicional no mês de Abril, notamos também que a desaceleração foi bastante disseminada entre as diversas regiões do mundo.

Os EUA que vinham apresentando um bom ritmo de crescimento no início do ano mostrou forte queda do indicador PMI Industrial, atingindo o nível de expansão mais fraco dos últimos seis meses. A Europa - incluindo Alemanha- foi outra região com indicadores de atividade bastante decepcionantes, tornando agora bastante provável que o PIB apresente contração neste segundo trimestre. A forte dependência do crescimento Europeu nas exportações para o resto do mundo reforça a fragilidade da região para enfrentar a rodada de desaceleração global que esperamos para os próximos meses. Os países emergentes também tem mantido uma dinâmica menos favorável. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram níveis de PMIspróximos à estagnação em Abril. Isso reforça nossa visão de que o PIB brasileiro deverá mostrar nesse ano uma expansão abaixo das atuais expectativas de mercado (projetamos uma expansão entre 1% e 2%). Os países emergentes asiáticos que vinham apresentando bastante resiliência neste ano começaram a mostrar sinais mais acentuados de desaceleração em Abril, e a crescente competição dos produtos japoneses - após recente depreciação do iene - tornam as perspectivas para a região desfavoráveis para os próximos meses.

O cenário de crescimento econômico mais fraco tem tido o impacto esperado na dinâmica de inflação. Moderação de atividade e queda de preços de commodities tem tornado o balanço de riscos para a inflação mais favorável, como pode ser notado não apenas nos indicadores de inflação corrente como também nas diversas medidas de expectativas de inflação no Brasil e no mundo.

O mix de enfraquecimento de atividade e inflação em baixa teve grande impacto nas perspectivas de política monetária ao longo do mês de Abril. No último mês vimos os bancos centrais do Japão e Europa anunciando novas medidas de afrouxamento monetário, enquanto que nos EUA a expectativa de uma eventual redução do estímulo monetário no 2º semestre perdeu força entre os analistas de mercado. Tal reversão nas expectativas de liquidez teve grande impacto (positivo) nos preços dos ativos financeiros, contrabalanceando o impacto (negativo) da deterioração das expectativas de crescimento e, consequentemente, de lucros corporativos.

A evolução do ambiente macroeconômico se mantem consistente com o cenário principal da Grau Gestão. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pode ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. A partir do segundo trimestre a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global, que segue fraca em função da necessidade de ajustes dos balanços dos governos (redução de gastos públicos), dos balanços dos bancos (aumento de capital), e do balanço das famílias (queda da renda) ao longo dos próximos anos. Acreditamos que a evolução do cenário macroeconômico levará a uma importante reprecificação de ativos financeiros nos próximos meses. Nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse cenário adverso e desafiador.

No mês de Abril o fundo Grau África apresentou uma rentabilidade de 1,47%. As principais contribuições positivas vieram de posições direcionais no mercado de ações (comprado em Petrobras, Vale e Apple; vendido em Embraer e Usiminas) e posições long and short (CSN/Usiminas).

A Equipe Grau Gestão

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Carta Mensal – Maio 2013

Prezado investidor,

  Os indicadores econômicos ao longo do mês de Abril reforçaram que a economia global perdeu força no início deste 2º trimestre. Com base no importante indicador de nível de atividade PMI Industrial Global (Global Purchasing Managers Index), além de evidencias de enfraquecimento adicional no mês de Abril, notamos também que a desaceleração foi bastante disseminada entre as diversas regiões do mundo.

Os EUA que vinham apresentando um bom ritmo de crescimento no início do ano mostrou forte queda do indicador PMI Industrial, atingindo o nível de expansão mais fraco dos últimos seis meses. A Europa - incluindo Alemanha- foi outra região com indicadores de atividade bastante decepcionantes, tornando agora bastante provável que o PIB apresente contração neste segundo trimestre. A forte dependência do crescimento Europeu nas exportações para o resto do mundo reforça a fragilidade da região para enfrentar a rodada de desaceleração global que esperamos para os próximos meses. Os países emergentes também têm mantido uma dinâmica menos favorável. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram níveis de PMIspróximos à estagnação em Abril. Isso reforça nossa visão de que o PIB brasileiro deverá mostrar nesse ano uma expansão abaixo das atuais expectativas de mercado (projetamos uma expansão entre 1% e 2%). Os países emergentes asiáticos que vinham apresentando bastante resiliência neste ano começaram a mostrar sinais mais acentuados de desaceleração em Abril, e a crescente competição dos produtos japoneses - após recente depreciação do iene - tornam as perspectivas para a região desfavoráveis para os próximos meses. O cenário de crescimento econômico mais fraco tem tido o impacto esperado na dinâmica de inflação. Moderação de atividade e queda de preços de commodities tem tornado o balanço de riscos para a inflação mais favorável, como pode ser notado não apenas nos indicadores de inflação corrente como também nas diversas medidas de expectativas de inflação no Brasil e no mundo.

O mix de enfraquecimento de atividade e inflação em baixa teve grande impacto nas perspectivas de política monetária ao longo do mês de Abril. No último mês vimos os bancos centrais do Japão e Europa anunciando novas medidas de afrouxamento monetário, enquanto que nos EUA a expectativa de uma eventual redução do estímulo monetário no 2º semestre perdeu força entre os analistas de mercado. Tal reversão nas expectativas de liquidez teve grande impacto (positivo) nos preços dos ativos financeiros, contrabalanceando o impacto (negativo) da deterioração das expectativas de crescimento e, conseqüentemente, de lucros corporativos.

A evolução do ambiente macroeconômico se mantem consistente com o cenário principal da Grau Gestão. Acreditamos que a recuperação de atividade global observada ao longo do primeiro trimestre pode ser explicada por um mini-ciclo de recomposição de estoque. A partir do segundo trimestre a atividade econômica deverá desacelerar para um ritmo mais em linha com a demanda global, que segue fraca em função da necessidade de ajustes dos balanços dos governos (redução de gastos públicos), dos balanços dos bancos (aumento de capital), e do balanço das famílias (queda da renda) ao longo dos próximos anos.

A estratégia de investimentos da Grau Gestão adotada no início do mês de Março segue adequada ao atual ambiente econômico e financeiro.

No mercado de renda fixa mantemos uma carteira com prazo médio reduzido. Dado o nosso cenário de política monetária (aumento da taxa SELIC em 2% neste ano com altas de 0,5% por reunião do COPOM) não vemos prêmio suficiente no momento para alongar o prazo médio das carteiras.

No mercado offshore, mantemos a alocação em títulos corporativos brasileiros em função das taxas atrativas de remuneração e do cenário de ampla liquidez global que contemplamos para os próximos meses.

No mercado de renda variável mantemos posições vendidas em ações do setor siderúrgico, bancos e consumo com base em nossa expectativa de que o crescimento econômico, e por conseqüência o lucro das empresas, deverão desapontar o mercado nos próximos meses. Nas carteiras offshore, posições vendidas em bancos e ações francesas (MSCI França) deverão se beneficiar do cenário de desaceleração global. O excesso de liquidez gerada por políticas monetárias excessivamente frouxas nos EUA, Europa e Japão é o principal risco para nossas posições vendidas em renda variável. Desta forma, continuamos usando como hedge operações táticas compradas em ações sensíveis às condições globais de liquidez (Petrobras e Vale). Operações long and short continuam a ser extensivamente utilizadas em nossas carteiras com o objetivo de melhorar a relação risco x retorno das mesmas.

Acreditamos que a evolução do cenário macroeconômico levará a uma importante reprecificação de ativos financeiros nos próximos meses. Nós da Grau Gestão continuaremos a trabalhar para proteger e rentabilizar as carteiras de nossos investidores nesse cenário adverso e desafiador.

A Equipe Grau Gestão

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